Tem sido cada vez maior a integração do profissional de arquitetura de informação juntamente com a equipe de planejamento e criação. A figura do profissional de arquitetura de informação tem por finalidade facilitar a vida de todos os profissionais envolvidos em um projeto e principalmente a vida do usuário que irá usar o web site, mas explicar para os leigos o que esse cara faz é bastante complexo, pois conseguiram criar um folclore em torno dessa disciplina que exige muita pesquisa, teste, criatividade e inovação.
Após ouvir dois podcasts sobre a figura do arquiteto de informação, abri mais a cabeça para o futuro da profissão e os desafios que teremos que enfrentar daqui para frente.
Cláudia Obata, especialista em usabilidade e arquitetura de informação, deu uma entrevista para o Luli Radfahrer, onde falou de forma muito bacana sobre a verdadeira função do arquiteto. Cláudia foi primorosa ao falar que o trabalho desse profissional não resume simplesmente em fazer a documentação do projeto, mas precisa ser uma pessoa que pensa, e não simplesmente executa.
Em nenhum momento o arquiteto engessa a criação, a arquitetura tem a finalidade de definir a organização da informação baseado em pesquisa, regras de negócios, definição de público alvo, análise de tarefas, criação de cenários e principais tarefas executadas pelo usuário.
O arquiteto precisa conversar com a equipe de planejamento, com o atendimento, com a criação e é recomendável que ele acompanhe o projeto após ir ao ar, mas nem sempre é o que ocorre. O ideal é que o arquiteto possa estudar os resultados do projeto para que o mesmo possa ser evoluído.
Explicou que o arquiteto precisa ser um bom mediador entre todas as equipes para que não tenham problemas futuros durante o desenvolvimento.
O segundo podcast foi feito com a Juliana Constantino, da AgênciaClick, que falou sobre os processos de trabalho dos arquitetos de informação, e também citou alguns exemplos e a importância desse profissional em cada um desses projetos.
O papel do arquiteto é evidente quando ele consegue tornar algo complexo em simples. Isso se dá principalmente em trabalhos transacionais, sistemas bancários e intranets, diz Juliana.
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